Karina Buhr

Olá, por sugestão da aluna Juliana Vieira esta semana temos um perfil publicado na revista TPM com a cantora Karina Buhr.

Enfim uma nova cantora que não faz a linha fofa: “Nunca vou deixar de fazer o que quero porque é mais certinho de outro jeito”

Obrigada pela sugestão, Juliana.

Sempre que vocês encontrarem algum texto interessante, me mandem por email para a publicação no Blog.

Boa Leitura!

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6 comentários

  1. O jornalista Bruno Torturra fez do perfil de Karina Buhr um texto interessante pelo modo como o escreveu: um diálogo com a cantora, como se ela e ele estivessem frente a frente, conversando perante o leitor.
    Durante 16 parágrafos foi feita uma descrição sobre determinados momentos importantes na vida de Karina Buhr até ela alcançar o reconhecimento que tem hoje, com dois álbuns de sucesso e uma carreira promissora para o futuro.
    Particularmente não a conhecia, e também nunca ouvi nenhuma de suas músicas, mas após ler este perfil continuo sem interesse pois, posso estar enganada, mas ela me pareceu querer ser uma pessoa com tanta atitude; ser tão diferente de outras cantoras famosas, fazendo uso de palavrões e expressões chulas contra o Dia Internacional da Mulher , por exemplo. Tudo muito exagerado e, até um pouco forçado.
    Parece natural dela, mas mesmo assim, me pareceu apenas mais uma, cheia de pose, respostas prontas, pensamentos que ela quer mostrar ao mundo como sendo revolucionários e cheios de atitude. Com todo respeito, não há nada de tão novo nela, além de uma voz que era inedita, até então.

  2. O perfil sobre a cantora Karina Buhr escrito pelo jornalista Bruno Torturra é extremamente detalhista e faz com que consigamos construir mentalmente a artista. Exemplo retirado do texto: “Karina é uma mulher forte, agressiva em suas atitudes, mas muito doce e sentimental. Se ela se irrita com as mesmices e mediocridades do show business e da sociedade, carregando nas provocações a sua poesia, ao mesmo tempo encanta todos que a conhecem. Sinto orgulho em poder colaborar com essa artista tão humana, verdadeira e talentosa”.
    Além de toda a descrição, Torturra também cita pequenos trechos de falas da cantora, dando a sensação de que ele estava entrevistando-a, fortalecendo ainda mais a proximidade com o leitor.

  3. Achei o texto muito ruim. A ideia do jornalista em criar um texto que conversasse com o leitor é louvável, mas, neste caso, achei que a execução poderia ser melhor – só parece que ele está tentando se provar para a cantora, querendo mostrar que ele a entendeu. Muitos elogios saem da boca do próprio repórter, dizendo que ela não pode ser reduzida a uma categoria, que ela é uma pessoa “teatral, performática”, etc.

    “Canções que transcendem prateleiras conceituais” – o que é isso? o que ele quis dizer?!?

    Enfim, outra coisa que desmotivou a leitura foi a inclusão dos palavrões no texto, mesmo eles terem sido pronunciados pela cantora. Não acho que isso é elemento caracterizador da personagem: já dá pra entender que ela é diferente, revoltada e independente sem eles.

    Outra coisa que me irritou foi o fato do autor ficar mudando toda hora o pronome, apesar de conjugar corretamente os verbos. Não seria correto ele manter “ela” ou “tu” durante todo o texto?!

  4. Muito interessante a ousadia na confecção do texto sobre a cantora Karina Buhr por Bruno Torturra. Ficou divertido a colocação de sua preocupação em como descrever a personalidade de uma artista autêntica e, me parece, exigente. Este momento fica claro nos trechos em que o jornalista questiona se ela irá ou não concordar com o que ele diz e também na dúvida do próprio diálogo criado por ele. Gostei bastante. Além disso, as frases ditas pela artista se tornam mais curiosas ao leitor – em poucos olhos ou falas – porque é sempre ele que fala dela. Como uma carta ou um email. Isso. Bruno Torturra escreveu para Karina Buhr.

  5. O perfil da cantora Karina Buhr desenvolvido pelo jornalista Bruno Tortura propõe uma nova forma de escrever sobre alguém: um diálogo à três, entre cantora, repórter e leitor. A ideia, um tanto quanto inovadora por não utilizar adjetivos, atiça a curiosidade do leitor que busca conhecer um pouco mais da obra da cantora após a leitura do texto (pelo menos no meu caso). A sua revolta é narrada em forma de conversa informal e a utilização dos palavrões, do enfrentamento do “mundo machista” e da recusa dos títulos (cantora, artista) proporcionam ao leitor entender sua verdadeira personalidade, que se narrada de outra forma talvez não fosse tão rica de detalhes.

    O leitor dialoga com o repórter e a cantora, mas o texto muitas vezes se perde e até confunde o leitor, que tem que buscar a informação em meio a tantos detalhes dentro do texto. Mas a ideia ousada, pode ser uma boa receita para a fuga do mesmo.

  6. O texto reflete fielmente o que é conversar com Karina Buhr. Não quero parecer pomposa, Deus me livre, mas conversei uma vez com a cantora por telefone, e confesso que tirar um lead dela foi impossível.
    Acredito ser isso que o jornalisto Bruno Tortura deparou ao conversar com Karina: uma intensa corrente de dúvida ao tentar entender onde ela estava, ou se respondia sua pergunta.
    Até mesmo a grande quantidade de perguntas que Tortura repassa ao texto indica as respostas que faltaram ou não foram jamais respondidas.
    Claro, há puxa saquismo, por vezes em excesso, à fonte. Inclusive, um ping pong com ela seria mais acertado do que texto corrido: parece que assim se fugiria de tentar conectar respostas soltas, impressão que fiquei do texto confuso e que não leva a lugar nenhum.

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