Por que?

Extraido do site fotografia.folha.uol.br

Impossível ser indiferente a tudo o que aconteceu no Rio de Janeiro ontem. O texto desta semana seria outro, entretanto decidimos postar o texto da Folha de S. Paulo Vítimas de ataque no Rio serão enterradas nesta sexta-feira, como forma de registrar também no blog um pouco do que aconteceu. Boa leitura a todos.

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8 comentários

  1. Um texto jornalístico literário geralmente é utilizado como saída para amenizar a complexidade de um determinado assunto, para satirizar uma situação ou até mesmo para fazer com que algum tema explorado pela grande imprensa tenha um fôlego de criatividade e sobreviva durante um tempo maior. O tom artístico dado a um texto de jornal também serve para emocionar, quando lida-se com o sofrimento alheio. O que vemos no texto apresentado é que, mesmo se tratando de uma narrativa extremamente usual, com uma estrutura piramidal, ele possui um lirismo, um ritmo único, que o distingue das outras notícias. É provável que brevemente, após a poeira dos acontecimentos abaixar, alguns textos mais profundos, reflexivos, repletos de referências literárias, apareçam…

  2. O texto segue as características do jornalismo online, com fotos, videos,links e sem parágrafos grandes. Um texto de jornalismo literário sobre esse tema requer muita sensibilidade por parte do autor, para explicar o fato e a dor de todos envolvidos com a tragédia.

  3. Não gostei desse texto e não acho que ele merecia espaço em nosso blog. Para mim é apenas uma notícia informativa, nada mais. Não tem nada de literário.

  4. Sobre o texto publicado no Jornal Folha de S. Paulo eu acredito que ele, apesar de contar com um espaço em que o autor divaga sobre algumas características pessoais das vítimas do massacre de realengo, não se enquadra nas características de um jornalismo literário, pois possui uma clara objetividade e precisão ao informar o leitor sobre a tragédia.Além de jogar com recursos do jornalismo online direcionando o leitor a fim de complementar a materia por meio de links, não acredito que o texto se enquadre no jornalismo literário.

  5. Como todos comentaram, esse texto não é literário. Ele confundiu alguns colegas, desagradou a outros, e na verdade foi alí colocado com a intenção de confundir mesmo, como uma espécie de “pegadinha”. Não para julgar quem acertou ou errou na identificação do texto, mas para mostrar que confusões podem acontecer nesse processo de análise. Além disso, esse post foi pretexto para a postagem da semana seguinte, que serviu para dar dicas de identificação de um texto literário. Agora é só colocar em prática…

  6. Como disse a Laís este texto não é literário. A vontade que da durante a leitura é poder escrever tudo o que está errado no Brasil. Começando pela venda ilegal de armas de fogo. Mas não vem ao caso debater sobre este assunto no blog, é uma vergonha ver e ler um caso como esse… a única coisa que o Brasil se orgulhava em não ter (na área da criminalidade) era assassinos em escolas e faculdades como nos Estados Unidos, bom agora já temos tudo.

  7. O texto publicado na Folha de S. Paulo, como todos disseram não é literário. As notícias estão sendo divulgadas de uma maneira tão fria, e rápida que todas as tragédias ocorridas no país e no mundo, viram alvo de apelação e sensacionalismo. Para mim, textos como esse me faz perceber que tragédias viraram números frios, e sem preocupações, viraram simplesmente uma notícia.

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