Nossos queridos animais…

Extraído de newspressrelease.wordpress.com

Quem tem animal de estimação sabe bem, fazemos de tudo pelo bem estar dos nossos bichinhos. Imagina, então, uma empresa de transporte perder o nosso melhor amigo? O texto indicado para leitura esta semana foi extraído do caderno Aliás do Estado de S. Paulo de domingo 20/03 e foi escrito por Christian Carvalho Cruz. E Pinpoo foi sem nunca ter ido

Anúncios

9 comentários

  1. A reportagem publicada no caderno Aliás do Estadão conta a história do desvio de trajetória do caozinho Pimpoo e o reencontro com a sua dona. A reportagem contém elementos do Jornalismo literário pois é claramente contada através dos sentimentos e pesamentos dos personagens, cachorros, governador, sargento, etc. é comum o uso de onomatopéias inclusive para explicitar ao leitor o sentimento do personagem no momento. O que é interessante é que são utilizadas frases usadas pelas fontes, no caso da dona do cachorro Pimpoo e elas são colocadas entre aspas ao desenvolver do texto, o que também o faz fugir do jornalismo tradicional. O texto se incia de forma a contar uma história . Ao utilizar manhá de sol como um começo, o autor induz o leitor a uma história que queira contar.
    O ponto negativo do texto é que este é muito longo para o desaparecimento de um cachorro e também faz com que o leitor se perca um pouco com o excesso de descrição de sentimentos que apresenta.

  2. O texto revela, assim como outros feitos de modo literário, a valorização que esse modalidade leva a linguagem, restrita e limitada nas regras e técnicas as quais são submetidas as formas de jornalismo mais tradicionais. No entanto, minha impressão (pode ser apenas impressão) é de que, assim como o feito na pirâmide invertida, existe certo engessamento no ínicio desses textos, pois todos eles começam iguais, com descrições emocionais ou de detalhes dos locais em que as histórias se passam. Não estou dizendo que começar assim é ruim, muito pelo contrário. Minha crítica é que essa maneira pode virar um vício, e posteriormente uma técnica pré-estabelcida, o que creio eu, esbarra nos conceitos vistos nas aulas de joanslimo literário.

  3. O texto sobre o reencontro entre a dona e o cachorrinho Pinpoo desde o começo da reportagem fica claro que é o texto produzido é jornalismo literário. Os elementos utilizados são o pensamento, as sensações, angústias de cada personagem envolvido. A utilização de diversas falas da dona. A todo mundo ele cita como o personagem se sentiu e qual a analise dele do contexto que passou. O texto no começo, para quem não estava ciente do ocorrido, se torna confuso por juntar a parte objetiva com elementos descritivos, porém ao desenrolar do texto, vai ficando mais fácil a leitura.

  4. Histórias de cãezinhos são manias nacionais. Até achei interessante o modo bastante descritivo de contar o sumiço de Pinpoo, mas acredito que não daria tantas linhas e parágrafos a este texto como o jornalista que o escreveu.
    Ver o amor e a afeição da dona pelo cachorro externadas em falas da senhora ou em descrições do ambiente e das ações de Pinpoo empolgam no começo. Mas depois do sétimo ou oitavo parágrafo ficam um pouco cansativos. Principalmente por ser uma leitura de internet, que cerca de 5 ou 6 parágrafos já bastariam.

  5. Certos temas ficam extremamentes desagradáveis de se ler com a linguagem do jornalismo literário. É pertinente tratar do tema animais de estimação e a relação com os homens, mas do modo retratado parece fugir do jornalismo.

    O texto parece querer engrandecer os personagens, criar heróis por um feito banal. Não gostei do texto.

  6. As sensações que o jornalista passa no texto são muito legais. Queria eu conseguir passar tudo isso!hehe Realmente é um texto que mais aprofunda do que apresenta a notícia, é para quem já conhece a história do cachorrinho Pimpoo e da dona.

  7. Mesmo não gostando de cachorros (não me crucifiquem, por favor!) tenho que admitir que esse texto é um dos melhores publicados na imprensa diária que já li até hoje…o repórter tem umas sacadas muito originais, como por exemplo descrever a sala VIP do governador, os slides cafonas da dona do cãozinho, enfim, ele detalha algumas características que tornam o texto irresistível…ele é irônico, engraçado, possui muita informação sobre o caso e uma bagagem cultural bem grande…para fugir da grande imprensa, do início até mais da metade do texto ele focou seu olhar na visita do governador ao sargento que cuidou do caso (um viés brilhante)…adorei!

  8. Começo com uma correção: Beatriz Gonçalves, o texto não é de internet, ele apenas está na internet, mas foi produzido pensando no veículo impresso, o caderno Aliás. E também um dado: Bruno Furlanetti, na verdade uma das técnicas para se produzir um texto literário, mais especificamente perfis, chama-se JORNADA DO HERÓI, a Cyntia irá apresentá-la no próximo mês, então será comum ver heróis nas histórias lidas. No mais, os comentários em geral ainda estão um pouco na base do “gostei por isso” ou “não gostei por aquilo”. Esperamos que a postagem de 15/04 ajude a esclerecer dúvidas e colabore para que os próximos comentários apareçam um pouco mais técnicos, no sentido de apresentar o que exatamente de literário chamou a atenção de cada um no texto, seja para elogiar ou criticar a técnica adotada pelo autor.

  9. Olá Jarassai. Sei que o texto não é de internet. No entanto, esta é a ferramenta que estamos utilizando para ler os textos que são indicados para a disciplina de Jornalismo Literário. Então, meu comentário foi com base na minha sensação ao ler o texto, que como eu disse, foi bem cansativo.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s