Nosso primeiro post…

O texto é de janeiro de 2011, mas a tragédia em questão é do verão 2009/2010, e cai como uma luva para momento atual. Todos os anos, no verão, as pessoas sofrem os efeitos dos excessos: chuva, asfalto, lixo e moradias irregulares, esse texto trata de contar um pouco da vida das pessoas em um alojamento para desabrigados, e que nem mesmo tem prazo certo para de lá sair. Trata-se de um texto literário escrito pela jornalista Camila Galvez e publicado no site Texto Vivo: Nosso alojamento, nossa vida . Boa leitura a todos, que o texto inspire e aguce os sentidos…

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3 comentários

  1. Os problemas do país como o lixo jogado nas ruas, asfalto mal feito, moradias irregulares devido a falta de informação e dinheiro, aliando-se aos efeitos da desforra natural, faz com que muitas famílias e pessoas sozinhas no mundo tentem sobreviver procurando alojamentos. Esquecidas no mundo, sem ao menos ter um afago do Estado para confortá-las e prepará-las para uma vida digna para um ser HUMANO.

  2. Oi pessoal, a pedido da professora Cyntia estou escrevendo via comentários para esclarecer o que queremos com eles… Bem, a nossa intenção é fazer com que vocês exercitem aquilo que estão aprendendo em aula. Assim, estamos considerando com maior peso aqueles comentários que fazem um esforço no sentido de perceber no texto indicado para leitura os elementos que devem estar presentes em um texto literário. Comentários coerentes e que exprimem opiniões, desde que fundamentadas, também serão considerados, mas com um peso menor. E para aqueles que apenas colocam gostei ou não gostei, concordo ou discordo sem argumentar o peso será ainda menor. Ressaltamos ainda que os comentários são mensais, então quem não postou nenhum comentário em março, perdeu essa oportunidade. Todos os comentários feitos em abril estão sendo avaliados, mesmo aqueles sobre os posts do mês de março, mas eles entrarão para a avaliação do mês de abril. A recomendação da professora Cyntia é que ao ler o post da semana, o aluno faça o comentário sobre o que leu. É isso, qualquer dúvida escrevam.

  3. A jornalista foi muito feliz na construção gradativa do que se espera de um lar: passeando etimologicamente de favela à casa, histórias de personagens foram sendo entremeadas pelo sucesso e fracasso dos que sofreram com a tragédia natural que assolou a região. Outro trunfo do texto é inserir dados estatísticos no meio da narrativa sem que o ritmo de leitura fosse afetado. Segue abaixo um trecho que destaquei por achar que foi uma construção super criativa:

    “O que Rosa não quer é deixar para trás a história que construiu no Jardim Santo André. Como viúva de palhaço, leva a vida dando risada e rezando para não chorar.”

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