O manifesto de Tom Wolfe

Para Tom Wolfe, quando fez um “manifesto ao New Journalism”, era preciso no texto:

a) sair na monotonia do olhar único do jornalista; b) entrevistar exaustivamente; c) avançar os limites convencionais do jornalismo; d) passar o máximo de tempo possível (dias, semanas, anos) com a fonte/personagem; e) procurar captar as cenas, os diálogos, os gestos, expressões faciais, detalhes do ambiente; f) descrever a vida subjetiva e emocional dos personagens (construção psicológica); g) usar fluxos de consciência e monólogos interiores; h) incorporar elementos gráficos que expressam ações, como uso de reticências, pontos de exclamações, onomotopéias; e i) não se importar com as definições dos gêneros (como crônica, artigo, folhetim, somente com o romance).

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1 comentário

  1. Esse tipo de texto é bem interessante, pois, é a visão que o autor do texto tem do personagem. Se utilizando de caracteristicas muito pessoais. Ao meu ver, de um mesmo persongem pode sair textos muitooo diferentes, se escrito por pessoas diferentes. Gosto bastante de fazer textos assim, porque fico livre para escrever, usando as MINHAS técnicas, escrevendo ao MEU modo. Não que os outros textos jornalísticos não as tenham, mas, esse tipo é o que mais nos deixa livre para escrever.

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